O poema da mente

Há um primeiro-ministro que mente.

Mente de corpo e alma, completamente.

E mente de maneira tão pungente

Que a gente acha que ele mente sinceramente.

Mas que mente, sobretudo, impunemente...

Indecentemente... mente.

E mente tão racionalmente,

Que acha que mentindo vida fora,

Nos vai enganar eternamente.

0 maltinhas comentaram: